• +55 (62) 3933-9000
Área Médica

Resultados de Exames

Orientações ao paciente

Cientistas afirmaram neste domingo (22) ter descoberto como o estresse crônico leva a ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais (AVCs): provocando a superprodução de glóbulos brancos, células de defesa do organismo, que em excesso podem ser prejudiciais à saúde.

O excedente de células se acumula nas paredes das artérias, reduz o fluxo sanguíneo e favorece a formação de coágulos que bloqueiam ou interrompem a circulação.

Os glóbulos brancos "são importantes para combater e curar infecções, mas se você os têm em excesso ou se estiverem no lugar errado, podem ser nocivos", afirmou o coautor do estudo, Matthias Nahrendorf, da Escola de Medicina de Harvard, em Boston.

Há muito tempo os médicos sabiam que o estresse crônico leva a doenças cardiovasculares, mas não entendiam o mecanismo.

Modelo de estresse

Para descobrir este vínculo, Nahrendorf e uma equipe de pesquisadores estudaram 29 residentes médicos que trabalham em uma unidade de cuidados intensivos. Esse ambiente de trabalho é considerado um modelo para a exposição ao estresse crônico, por conta do ritmo acelerado e da grande responsabilidade de tomar decisões de vida e morte.

Ao comparar amostras sanguíneas retiradas durante as horas de trabalho e de folga, assim como os resultados de percepção de estresse de questionários, os cientistas encontraram um vínculo entre o estresse e o sistema imunológico.Eles notaram, particularmente, que o estresse ativa células-tronco da medula espinhal, que por sua vez levam à superprodução de glóbulos brancos, também chamados de leucócitos.Os glóbulos brancos, cruciais na cicatrização de ferimentos e no combate a infecções, podem se voltar contra o próprio organismo, com consequências devastadoras para pessoas com doenças como arteriosclerose, ou seja, o espessamento das paredes das artérias provocado pelo acúmulo de placas.

Ratos

Em seguida, o estudo foi feito com ratos de laboratório, que foram expostos ao equivalente do estresse para roedores, como a superlotação ou a movimentação da gaiola.

Ele acrescentou que os leucócitos são apenas parte do problema. Outros fatores, como colesterol e pressão elevados, tabagismo e propensão genética também contribuem para um risco maior de ataque cardíaco e AVC. "O estresse deve levar estes fatores à beira do abismo", disse o cientista à AFP.

A equipe selecionou os camundongos com propensão a arteriosclerose. Eles descobriram que o excesso de glóbulos brancos produzidos em função do estresse se concentrou na parte interna das artérias e impulsionou o acúmulo de placas.

"Aqui, elas (as células) liberam enzimas que amolecem o tecido conectivo e levam ao rompimento da placa", afirmou Nahrendorf. "Esta é a causa frequente de infarto do miocárdio e do derrame", prosseguiu.

 

Infelizmente não há como evitá-lo; mas sendo diagnosticado logo no início, a cura é possível na maioria dos casos. Você tem o hábito de se examinar? É importante que a mulher promova o Auto Exame das Mamas, uma semana após a menstruação e, após a menopausa, sempre no mesmo dia do mês.


Procure seguir a seqüência:

1. Frente a um espelho, primeiro com os braços ao longo do corpo em seguida com eles erguidos acima da cabeça, observe forma, volume e simetria das mamas, auréolas e mamilos. Verifique se há lesões, manchas, abaulamento, depressões ou retrações da pele;


2. Com os dedos esticados, palpe axilas e mamas, fazendo movimentos circulares concêntricos, cada vez menores, até alcançar os mamilos, procurando localizar caroços e pontos endurecidos ou dolorosos; comprima suavemente o mamilo e observe se há saída de leite, sangue, pus ou outra secreção;


3. Convém aproveitar o momento do banho, porque a pele umedecida ou ensaboada facilita o deslizamento. Se observar qualquer alteração ligue para um Orientador da Medicina Preventiva ou procure um Ginecologista.

O colesterol é necessário para o funcionamento do organismo, porém o desequilíbrio dessa gordura pode trazer consequências ruins, especialmente se houver excesso de LDL, conhecido como o colesterol “ruim”.

Para diminuir o risco de doenças cardiovasculares e até mesmo infarto, a Sociedade Brasileira de Cardiologia apresentou recentemente novas orientações sobre o limite saudável do LDL, Antes, o tolerável para pacientes com alto risco de doenças cardiovasculares era 100 mg/dl. Agora o paciente que tem alto risco precisa estar com o colesterol em torno de 70 mg/dl como uma maneira de proteger o coração. Além disso, ele pode precisar também de medicamento, já que as mudanças na dieta e a prática de exercícios não são suficientes para reduzir esses níveis.

O paciente considerado com alto risco de doenças cardiovasculares são aqueles que já sofreram infarto, AVC ou outro problema cardíaco, que têm diabetes, que têm histórico familiar ou fatores de risco associados, como tabagismo, obesidade, pressão alta, HDL baixo (o colesterol “bom”) e insuficiência cardíaca.

Para quem tem risco médio, quando há um ou dois fatores de risco associados, os valores toleráveis também diminuíram 30 mg/dl – de 130 mg/dl para 100 mg/dl. Ou seja, o paciente que tem risco médio deve se preocupar em manter sua taxa de colesterol perto de 100 mg/dl. Segundo o cardiologista Raul Dias dos Santos, essas mudanças têm a intenção de diminuir em 15% os riscos de doenças cardiovasculares e também as mortes causadas por elas, com tratamentos mais agressivos.

No caso dos pacientes com risco baixo, que não tem nenhum histórico de problema cardíaco ou fatores associados, o ideal é que a taxa de colesterol ruim esteja em 130 mg/dl, mas isso depende muito da avaliação médica. Em relação aos riscos de doenças do coração, os médicos alertam que há diferenças entre os homens e as mulheres. Para eles, as chances são maiores a partir dos 45 anos de idade; para elas, depois dos 55 anos, quando entram na menopausa e ficam desprotegidas sem a quantidade ideal de hormônios.

Para manter as taxas de colesterol controladas, é importante evitar alguns hábitos, como o consumo excessivo de gordura, o sedentarismo e o cigarro. De acordo com os médicos, o cigarro produz uma substância que reduz o HDL, o colesterol “bom”, o que aumenta as chances do acúmulo de gordura na parede dos vasos sanguíneos; e ainda aumenta a oxidação do LDL, o colesterol “ruim”, facilitando sua entrada nesses vasos. Associado a isso, o cigarro aumenta o risco de trombose e faz os vasos se contraírem mais, o que eleva as chances de um entupimento dos vasos. 

Cientistas afirmaram neste domingo (22) ter descoberto como o estresse crônico leva a ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais (AVCs): provocando a superprodução de glóbulos brancos, células de defesa do organismo, que em excesso podem ser prejudiciais à saúde.

O excedente de células se acumula nas paredes das artérias, reduz o fluxo sanguíneo e favorece a formação de coágulos que bloqueiam ou interrompem a circulação.

Os glóbulos brancos "são importantes para combater e curar infecções, mas se você os têm em excesso ou se estiverem no lugar errado, podem ser nocivos", afirmou o coautor do estudo, Matthias Nahrendorf, da Escola de Medicina de Harvard, em Boston.

Há muito tempo os médicos sabiam que o estresse crônico leva a doenças cardiovasculares, mas não entendiam o mecanismo.

Modelo de estresse

Para descobrir este vínculo, Nahrendorf e uma equipe de pesquisadores estudaram 29 residentes médicos que trabalham em uma unidade de cuidados intensivos. Esse ambiente de trabalho é considerado um modelo para a exposição ao estresse crônico, por conta do ritmo acelerado e da grande responsabilidade de tomar decisões de vida e morte.

Ao comparar amostras sanguíneas retiradas durante as horas de trabalho e de folga, assim como os resultados de percepção de estresse de questionários, os cientistas encontraram um vínculo entre o estresse e o sistema imunológico.Eles notaram, particularmente, que o estresse ativa células-tronco da medula espinhal, que por sua vez levam à superprodução de glóbulos brancos, também chamados de leucócitos.Os glóbulos brancos, cruciais na cicatrização de ferimentos e no combate a infecções, podem se voltar contra o próprio organismo, com consequências devastadoras para pessoas com doenças como arteriosclerose, ou seja, o espessamento das paredes das artérias provocado pelo acúmulo de placas.

Ratos

Em seguida, o estudo foi feito com ratos de laboratório, que foram expostos ao equivalente do estresse para roedores, como a superlotação ou a movimentação da gaiola.

Ele acrescentou que os leucócitos são apenas parte do problema. Outros fatores, como colesterol e pressão elevados, tabagismo e propensão genética também contribuem para um risco maior de ataque cardíaco e AVC. "O estresse deve levar estes fatores à beira do abismo", disse o cientista à AFP.

A equipe selecionou os camundongos com propensão a arteriosclerose. Eles descobriram que o excesso de glóbulos brancos produzidos em função do estresse se concentrou na parte interna das artérias e impulsionou o acúmulo de placas.

"Aqui, elas (as células) liberam enzimas que amolecem o tecido conectivo e levam ao rompimento da placa", afirmou Nahrendorf. "Esta é a causa frequente de infarto do miocárdio e do derrame", prosseguiu.

 

•    TC CRÂNIO, HIPÓFISE, MASTÓIDE OU OUVIDO,ORBITAS.


•    JEJUM DE 4 HORAS   
•    PACIENTES ACIMA DE 70 ANOS OU DOENÇA CRÔNICA TRAZER EXAME DE URÉIA E CREATININA, PARA AVALIAÇÃO DO CLEAREANCE (FUNÇÃO RENAL);

•    TC PESCOÇO, REGIÃO CERVICAL OU PARTES MOLES.

•    JEJUM DE 4 HORAS
•    PACIENTES ACIMA DE 70 ANOS OU DOENÇA CRÔNICA TRAZER EXAME DE URÉIA E CREATININA, PARA AVALIAÇÃO DO CLEAREANCE (FUNÇÃO RENAL);
•    TRAZER EXAMES ANTERIORES DA REGIÃO A SER EXAMINADA.

•    TC TORAX OU ARCOS COSTAIS.

•    JEJUM DE 4 HORAS
•    PACIENTES ACIMA DE 70 ANOS OU DOENÇA CRÔNICA TRAZER EXAME DE URÉIA E CREATININA, PARA AVALIAÇÃO DO CLEAREANCE (FUNÇÃO RENAL);

•    TC ABDOME SUPERIOR, INFERIOR OU (PELVE) VIAS URINÁRIAS OU ABDOME TOTAL.

•    JEJUM DE 4 HORAS   
•    PACIENTES ACIMA DE 70 ANOS OU DOENÇA CRÔNICA TRAZER EXAME DE URÉIA E CREATININA, PARA AVALIAÇÃO DO CLEAREANCE (FUNÇÃO RENAL);
•    BEXIGA CHEIA
•    PACIENTES QUE NECESSITAM DE CONTRASTE ORAL CHEGAR 1 (UMA) HORA ANTES DO HÓRARIO MARCADO, PARA INGESTÃO DO MESMO.

•    ENTEROTOMOGRAFIA

•    JEJUM DE 4 HORAS  
•    PACIENTES ACIMA DE 70 ANOS OU DOENÇA CRÔNICA TRAZER EXAME DE URÉIA E CREATININA, PARA AVALIAÇÃO DO CLEAREANCE (FUNÇÃORENAL);
•    BEXIGA CHEIA
•    SERÁ NECESSÁRIO QUE O PACIENTE CHEGUE 1 (UMA) HORA ANTES DO HÓRARIO MARCADO, PARA INGESTÃO DO  MUVINLAX VIA ORAL.

•    TC ARTICULAÇOES

•    NÃO SERÁ NECESSÁRIO NENHUM TIPO DE PREPARO EXCETO QUANDO MÉDICO
RADIOLOGISTA SOLICITAR.

•    TC DA COLUNA CERVICAL, TORACÍCA, LOMBO SACRA.

•    NÃO SERÁ NECESSÁRIO NENHUM TIPO DE PREPARO EXCETO QUANDO PACIENTE TIVER REALIZADO CIRURGIA NA COLUNA (ARTRODESE) MENOS DE TRÊS MESES SERA    NECESSARIO JEJUM DE 4 HORAS


•    ANGIO TOMOGRAFIA

•    JEJUM DE 4 HORAS (ÁGUA E MEDICAMENTOS PODE TOMAR ATÉ UMA HORA ANTES DO EXAME)  
•    PACIENTES ACIMA DE 70 ANOS OU DOENÇA CRÔNICA TRAZER EXAME DE URÉIA E CREATININA, PARA AVALIAÇÃO DO CLEAREANCE (FUNÇÃO RENAL);
•    TRAZER EXAMES ANTERIORES DA REGIÃO A SER EXAMINADA
•    CHEGAR 30 MINUTOS ANTES DO EXAME.

•    ANGIO TOMOGRAFIA CORONÁRIANA

•    JEJUM DE 4 HORAS (ÁGUA E MEDICAMENTOS PODE TOMAR ATÉ UMA HORA ANTES DO EXAME)  
•    PACIENTES ACIMA DE 70 ANOS OU DOENÇA CRÔNICA TRAZER EXAME DE URÉIA E CREATININA, PARA AVALIAÇÃO DO CLEAREANCE (FUNÇÃO RENAL);
•    24 HORAS ANTES SUSPENDER CAFÉ, CHÁ,CHOCOLATES,REFRIGERANTES,BEBIDAS ALCOÓLICAS,CIGARROS.
•    36 HORAS ANTES SUSPENDER ANTIGRIPAIS, ANALGÉSICOS, ANTIALÉRGICOS, BROCODILATADORES, AMINOFILINA
•    TRAZER EXAMES CARDIOLÓGICOS ANTERIORES
•    CHEGAR 1 HORA ANTES DO EXAME.

•    ORIENTAÇÕES

•    PACIENTES DIABÉTICOS EM USO DE METFORMINA ORIENTAR QUE APÓS A REALIZAÇÃO DO EXAME SERÁ NECESSÁRIO INTERROMPER O USO POR 48 HORAS;
•    PACIENTES AMAMENTANDO SE FOR NECESSÁRIO CONTRASTE EV SOLICITAR A MESMA A SUSPENDER ALEITAMENTO POR 24 HORAS (ARMAZENAR LEITE ANTES DA INJEÇÃO DO CONTRASTE);
•    PACIENTES RENAL CRÔNICO EM DIÁLISE SE NECESSÁRIO CONTRASTE MARCAR O EXAME NO DIA DA DIÁLISE;
•    PACIENTES ALÉRGICOS AO MEIO DE CONTRASTE NÃO NECESSITA DE JEJUM.